Um guia da cidade escrito por quem cá recebe hóspedes desde 2008.

A dois passos do apartamento
Os canais e os moliceiros. O Canal Central fica a uma caminhada curta. O passeio de moliceiro dura cerca de 45 minutos e é a melhor forma de perceber a cidade — vá ao fim da tarde, quando a luz bate nas fachadas.
A Arte Nova. Aveiro tem um dos melhores conjuntos de Arte Nova do país. Há um percurso assinalado pelas fachadas do centro; o Museu Arte Nova fica no próprio circuito.

Os ovos moles. Doce conventual com certificação europeia, vendido em barricas de madeira ou moldados em búzios e peixes. Compre numa casa antiga do centro, não nas bancas de souvenirs.
Meia hora de carro
Costa Nova e as casas às riscas. Os palheiros riscados são a fotografia mais conhecida da região. Fica a cerca de vinte minutos, e vale a pena continuar até ao Farol da Barra.

As salinas. Aveiro ainda produz sal à mão. Algumas marinhas recebem visitas e há quem se banhe nas piscinas de água salgada.

A Reserva Natural das Dunas de São Jacinto. Atravessa-se de ferry. Trilhos entre dunas e pinhal, e observação de aves.
A Vista Alegre, em Ílhavo. Duas centenas de anos de porcelana, com museu, fábrica e capela. Ali ao lado, o Museu Marítimo de Ílhavo conta a epopeia do bacalhau.
Como se anda por cá
O centro faz-se a pé. Para ir mais longe, Aveiro tem as BUGA — bicicletas de utilização gratuita — e uma rede de ciclovias que chega à ria. A Ecopista do Vouga é outro percurso, para quem quiser pedalar a sério.
À mesa
Peça bacalhau — a cidade vive dele há séculos. Enguias fritas ou de caldeirada, para quem quiser o prato mais local que há. E para acompanhar, um branco da Bairrada.